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Desvendando o Apocalipse - Juízo Final

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Essa série de vídeos e esse Site, tem a intenção de colocar os internautas bem informados, sobre o que está realmente ocorrendo com nosso mundo, com a intenção de que se ajustem se unam, e se preparem para o pior, que caminha acelerando os paços. E afirmamos que já estamos vivendo o Final dos tempos e o Juízo final, descrito pelos profetas de todos os tempos.

Os Blogger e Vídeos

Foram criados preferencialmente para a Imprensa escrita, falada e televisionada.

Leitura indispensável aos profissionais

Jornalista, Repórter, Locutores, Apresentadores, Cinegrafistas, Esportistas,

Artistas e outros Famosos.

Defesa Civil, Bombeiros, Meteorologistas, Vulcanólogos, Sismólogos,

Astrônomo, Astrólogo, Oceanógrafo.

Profissionais da Saúde, Médico, Paramédico, Assistente Social, incluindo as Religiões, os Religiosos, Sociólogos, Caridosos, e outros de ajuda Humana e Animal.

O conjunto de Sites e Blogger que compõem essa matéria

Sobre o que está acontecendo com nosso mundo, tem o conteúdo enviado pelo Astral Superior, a Providencia Divina ou se preferir, pela Mente Cósmica.

Planeta Intruso

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Para assistir o Vídeo no YouTube

O assunto desse conjunto de vídeos está contido nesse site

(Com narração - legenda em 180 Idiomas)

Parte - 10


Se a pesquisa lhe conduziu até esta página, por favor, volte para o início, o documento não pode ser lido fora de ordem; poderá causar danos em seu psiquismo!

( Reservado para o vídeo, que será criado )




Vale a pena lembrar, que tudo começou com as grandes guerras mundiais, onde os Homens tinham que ir para a luta e deixavam sua companheira para traz (muitas gravidas), com isso todas as indústrias (principalmente as de material e equipamentos militar), ficaram sem mão de obra, e tiveram que usar as mulheres, seus filhos ficou a sorte da vida, sem o ensino educação e apoio materno. 

A estimativa é que nas duas grandes guerras, foi mais de 100 Milhões de mortes, a maioria homens. E as guerras continuam em todo planeta.

Além do mais, notaram que as mulheres eram mais delicadas e atenciosas no serviço (devido a sua natureza de procriar e cuidar de delicadas crianças). Trabalhavam mais e com salários reduzidos (em consequência do alto custo das guerras).

Resumindo: Já de algumas décadas, a maioria das mulheres tem a necessidade de trabalhar fora do lar, para o sustento ou complemento do orçamento familiar, e pôr isso, não tem tempo de brincar, cuidar, educar, amparar e preparar suas crianças para o mundo, para o futuro e para a eternidade (bloqueando sua evolução).

Devido a uma carga pesada nos ombros, ficam estressadas e sem tempo para os filhos, e as crianças pagam um alto preço! O Mundo assim, não lhes deu chance para serem mães de verdade!

A maioria das crianças tem sido criadas pelas vovós, por vizinhos, parentes, irmãos, domesticas, babás e tantas outras que tentam fazer o papel de mãe, e não conseguem. Além do mais, muitas crianças foram e estão sendo criadas pelas ruas.

Devido às guerras e reconstrução, esses filhos viveram fora do seio materno, dormiram nas ruas, viveram em orfanatos ou em albergues, um dia aqui e outro ali, em locais sem recursos.

Vamos chamar esses de filhos da Rua. Esses cresceram sem nenhum conhecimento sobre o que é certo ou errado, não frequentaram religiões, não receberam carinho e apoio das mães do pai e das famílias.

O que poderíamos esperar do presente e futuro da maioria dessas crianças de ontem e de hoje, que são jovens ou adultas, que foram criados, sem terem a menor chance de educação de berço e religião?

Quero lembrar a todos que nasceram depois da metade dos anos 50. “E especialmente aos jovens, que o desregramento da humanidade começou no final dos anos 50 e prosseguiu nos anos 60, coincidindo” com o auge da música rock-roll e o movimento Hippy (liberdade sexual, nudez, drogas e rock-roll), que teve início na América e Europa e foi se alastrando como praga, por diversos Países.

Muitos Hippy não usavam roupas e suas palavras de ordem, eram paz e amor (foi muito polemico na época), outras por repressão, foram arranjando um jeito de encurtarem suas saias e passaram a usar roupas de homens. 

O movimento foi crescendo na proporção que as mulheres aderiam o uso das vestimentas de homens e reduziam o comprimento de suas saias.

Não esquecendo que esse movimento foi o que detonou (nesses 50 a 60 anos), os valores humanos transcendentais que durou por milênios.

O que podíamos esperar dos filhos das ruas gerados nos períodos das grandes guerras? Filhos de ruas, filhos dos filos de ruas, que não receberam instruções, porque seus pais e avós, também não tiveram.

Filhos das violências dos soldados, filhos sem os pais, filhos que nunca ouviram falar em seus avós, filhos cuja suas mães trabalhavam ou trabalham muito.

Além desses motivos, existem inúmeras causas, que todos conhecem bem, pelos quais as crianças vivem abandonadas, longe do carinho materno ou de orientações familiar, cultural e social.

Hoje em dia em grande parte do Mundo, as maiorias dos filhos de todas as idades, é quem governa o lar, eles mandam e os pais obedecem, dando e fazendo o que eles querem. Se o editor for dizer tudo, terá que escrever um livro, então é melhor parar aqui. 

Para enriquecer o assunto, não deixe de ouvir a música, do grande cantor Moacyr franco, com o título, filho de Maria, regravada pela dupla Chitãozinho e Xororó, aqui no Youtube.

Pesquisem na enciclopédia popular e no Google, as palavras (Hippy e hippie), pesquisem também (mudanças culturais no pós-guerra), e (crianças durante o holocausto).

Não deixe de ouvir essa musica, do grande cantor Moacyr franco, com o titulo, filho de Maria.

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Devido a licença CC, eu não posso colocar o vídeo aqui.

Veja nesse link o vídeo de Moacyr franco.

Link do vídeo Filho de Maria

Letra da Musica

Filho de Maria

"Um doutor muito famoso. Médico muito conhecido parou seu carro num posto de gasolina de madrugada. E foi atendido por um rapaz, muito simpático, que olhou dentro dos seus olhos e perguntou:"

Você sabe quem eu sou.
Adivinha seu Doutor, adivinha.
De um pulo no passado.
Busca seu interior.

Quem tropeça, em tanta gente,
E até pisa em outros mais.
Não vai saber de repente.
Quem será esse rapaz.

Se ainda não sabe quem sou,
Eu refresco a sua memória.
Numa madrugada fria.
Começava nossa história.

Uma moça, desvalida.
Dessas pobres de dar dó.
Lhe pediu uma carona.
Era frio, muito frio, e ela estava só.

O Doutor, a socorreu, foi muita bondade até.
Mas cobrou um pouco caro.
Muito caro.
Por um pão e um café.

Num hotel de quinta classe, 
Minha mãe amanheceu.
Mas já não estava sozinha,
Porque já existia eu.

Viajei naquele ventre, dia e noite.
Noite e dia.
O nome dela o Senhor Não lembra.
Eu sou filho de Maria.

Não me trate por seu filho,
Que talvez não retribua.
Pois o pai que me criou, 
Foi o mundo, foi a rua.

Nem pergunte por mamãe,
Que Ela mal me conheceu.
Pois por falta de um Doutor.
No meu parto ela morreu.

Morreu,
Minha mãe morreu!
Você sabe quem eu sou agora Doutor.
Eu sou filho de Maria!

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